Eles chegaram no início dos anos 2000, com a
promessa de serem mais baratos e terem a mesma qualidade dos medicamentos de
marca. Após 11 anos desde a regulamentação do decreto que estipulava a quebra
da patente dos grandes laboratórios fabricantes de remédios, os Genéricos já
são a preferência do consumidor. A resistência inicial a compra causa pela
desconfiança com relação a eficácia já não existe mais e é cada vez maior o
número de pessoas que optam pelos genéricos.
A farmacêutica Aida Ramadan explica que essa mudança no comportamento dos consumidores pode ter sido causada em grande parte pelo rigoroso processo de qualidade por que passam os genéricos. Os testes são tão severos quanto os para medicamentos tradicionais. Isso assegura que aquele produto tem o mesmo efeito dos remédios mais caros, explica ela.
Aida explica que ainda existem alguns medicamentos que não possuem o similar genérico, mas isso vem mudando rapidamente. Um exemplo disso é o Viagra, onde há alguns meses a sua patente foi quebrada, dando oportunidade de outras empresas fabricarem este produto.
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