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Ieda Almeida

  • Segunda-Feira, 13/08/2018

    Por que as pessoas gritam quando estão com raiva? Leia esta belíssima história tibetana

    No Tibete, conta-se que um velho sábio perguntou a seus seguidores o seguinte: Por que as pessoas gritam quando estão com raiva?

     

    Os homens pensaram por alguns instantes:

     

    “Porque perdemos a calma”, respondeu o primeiro, “é por isso que gritamos”.

     

    - Mas porque gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?

     

    - O sábio perguntou - Não é possível falar com ele em voz baixa?

     

    Por que você grita com uma pessoa quando está com raiva?

     

    Os demais seguidores deram algumas outras respostas, contudo, nenhum delas deixou o sábio satisfeito.


    Finalmente ele explicou:

     

    Quando duas pessoas estão com raiva, seus corações se distanciam um do outro. Para encurtar essa distância, gritam para serem ouvidos. Quanto mais irritados estiverem, mais fortes terão de gritar para se fazerem ouvir através dessa grande distância. Então o sábio perguntou:

     

    - O que acontece quando duas pessoas se amam?

     

    Eles não gritam, falam suavemente.

     

    Por quê? Seus corações estão muito próximos.

     

    A distância entre eles é muito pequena.

     

    O sábio continuou: “Quando você se apaixona ainda mais, o que acontece? Eles não falam, apenas sussurram e se aproximam ainda mais de seu amor. Finalmente, eles nem precisam sussurrar, apenas olham um para o outro e é isso. É assim que duas pessoas são próximas quando se amam.


    E, encerrando a explicação, concluiu:

     

    – Quando você argumentar, não deixe seus corações se afastarem. Não permita que saiam da sua boca palavras que os distanciem ainda mais. Pois, se assim proceder, chegará um dia em que a distância é tão grande que você não encontrará o caminho de volta.

     

    *Revista Pazes

  • Sexta-Feira, 10/08/2018

    Afastar-se de certas pessoas melhora a saúde e a alma

    Sério, afastar-se de conflitos aumenta a nossa saúde física e emocional. Algumas pessoas nos cansam, nos sugam energia e aniquilam nossa capacidade de reação. Elas são verdadeiras destruidoras da nossa saúde e paz interior, adoecem nossa capacidade emocional e distorcem nossas sensibilidades.

     

    A verdade é que ao longo do tempo, passamos a desconhecer muitas pessoas que pensávamos conhecer, e percebemos que vivemos sujeitos às suas exigências, sua conversa, seu comportamento e, especialmente, suas emoções tóxicas.

     

    Essas pessoas não sabem como respeitar e considerar os outros, e os utilizam como marionetes de seu mau caráter e alvos de conflitos externos e internos. Elas não vivem e deixam viver e, portanto, impedem o desenvolvimento e crescimento pessoal dos que as rodeiam.

     

    “Podem fazer isso de forma consciente ou não, mas é evidente que nos afogam e intoxicam, nos fazendo sentirmos vulneráveis, que fiquemos com raiva facilmente ou que desejemos fugir e abandonar tudo.”

     

    Obviamente, embora fosse mais adequado, nem sempre podemos nos afastar fisicamente destas pessoas, pois podem ser da família ou colegas. No entanto, se tivermos a possibilidade de tomar distância física, é a medida mais adequada para cuidarmos de nossa saúde.

     

    No entanto, podendo ou não fazê-lo, o importante é conseguir um distanciamento emocional. Então, o melhor a fazer é começarmos a ter a força para nos mantermos fora de sua capacidade de ação, não permitindo influenciem nosso comportamento.


    Como podemos nos distanciar emocionalmente de alguém que nos fere?

     

     

    Se tem alguém em sua vida que te machuca, você pode jogar com a vantagem da antecipação, porque sabe que suas reações ou intenções se tornarão mais previsíveis.

     

    A este respeito, deve-se enfatizar o que mencionamos acima, talvez as pessoas ao nosso redor não queiram criar mau ambiente, mas não sabem se relacionar com o meio ambiente de outra forma.

     

    Ou seja, pare de dar importância ao que essas pessoas fazem e focar-se nos problemas que estão te criando, assim terá mais oportunidades de crescimento e parará de minar sua força e autoestima.

     

    Por estas razões, temos que jogar com as expectativas. Esperamos tanto dos outros que somos incapazes de aceitar a realidade como ela é. Isto gera desapontamentos e desilusões, alimentando uma atmosfera na qual é muito difícil respirar.

     

    “Manter perspectiva nos ajudará a alcançar certa indiferença e desceremos dessa montanha-russa emocional, nos separando de nossas preocupações e liberando nossas inseguranças e reações desproporcionais.

     

    A ideia é iluminar nossas mentes e expor nossos pensamentos e emoções sem medo das consequências, quando chegar a hora. Isto terá um resultado tão rápido e direto quanto satisfatório: nossos problemas irão diminuir e poderemos viver em paz.”


    Quando nos afastamos da dor, nos aproximamos da felicidade

     

    Afaste-se do medo e aproxime-se da indiferença. Não se machuque tentando manter uma boa impressão sobre os outros ou pensando que sempre têm boas intenções.

     

    Dizem que quando alguém tem a intenção de prejudicar-nos, o melhor desprezo que podemos fazer é não dar apreciação; ou seja, não deixar que minem a nossa autoestima e ignorar as mensagens negativas.

     

    Ambientes tóxicos e conflitantes têm uma capacidade de contágio devastadora para a nossa saúde. Quanto mais tomarmos distância mais emocional deles, melhor nos sentiremos.

     

    “A vida é muito curta para viver em angústia. Assim, ame as pessoas que te tratam bem e distancie-se daquelas que não o fazem. Sem arrependimentos.”

     

    *Texto originalmente publicado no Lamente es Maravillosa, livremente traduzido e adaptado pela equipe Revista Bem Mais Mulher

  • Quarta-Feira, 08/08/2018

    Mulheres! Despertem antes que seja tarde!

    Não conseguimos perceber facilmente que estamos em um relacionamento abusivo… Existe bem querer e esses caras, por incrível que pareça, têm um grande lado amoroso. Por isso a permanência, pela carência, por projetar um relacionamento que existe só em alguma parte louca do nosso cérebro, por achar que a parte boa vai cobrir ou modificar a parte doentia.


    Se seu namorado, noivo, (a) implica com todos os amigos, te coloca contra as pessoas, não gosta que apareça, não te apoia em seus sonhos, saia, antes que seja tarde demais!

     

    Preencha-se de você e saia.

     

    Perder a vida não é só morrer… Podemos estar mortos mesmo vivos. Isso acontece quando começamos ficando apáticas, depois nos sentimos sufocadas e sem vida, porque tudo o que queríamos foi manipuladamente proibido, aí o cara enjoa e ainda vai nos trair e nos fazer sentir culpadas!

     

    Conheci mulheres que apanham dos namorados, e permanecem… É uma escolha?

     

    São 2 problemas que precisam ser tratados:

     

    Ele, por ser inseguro e querer te colocar num vidro, e nós, por sermos carentes e presas fáceis para esses braços.

     

    Aceitamos tempos e tempos de cerca elétrica, e essa cerca elétrica tem flores, mas é elétrica, entende…

     

    Essa moça das notícias, a advogada Tatiane Spitzner, deve ter sido mal tratada várias vezes, e escolheu ficar… até que perdeu a vida.

     

    Mulheres, despertem enquanto é tempo. Antes que seja tarde!

     

    Amem-se!

     

    Mais que as migalhas de amor doentio…


    *Vivi Reis

  • Terça-Feira, 07/08/2018

    Seja humilde com todos, mas não seja tonto de ninguém

    É necessário pautarmos nossas ações pelo olhar além de nós mesmos, mas jamais deixando de nos preservar no que for necessário, pois, caso priorizemos somente o outro, a nossa bondade provavelmente se transformará em servidão.

     

    O mundo anda lotado de arrogância e de presunção, de gente que se acha, de gente que se coloca como dona da razão, acima do bem e do mal, que não enxerga nada nem ninguém, a não ser a si mesmo, priorizando as próprias necessidades, em detrimento de qualquer forma de convivência com troca. É difícil encontrar alguém que cede, que repensa e assume estar errado. E fica difícil encontrar amor nesse contexto.

     

    Esbarramos o tempo todo com pessoas que apressadas, indo para não sei onde, sem saber por quê. Lemos declarações raivosas e ofensivas nas redes sociais, em que se julgam os outros de maneira rasa e preconceituosa, sem que se ouça qualquer versão da história que não seja a que convém aos próprios princípios. É como se a verdade de cada um fosse absoluta, inquestionável, inegável.

     

    Talvez toda profusão de aconselhamentos sobre afirmação de autoestima, aliada à cultura do status material, tenha concorrido ao endurecimento dos sentimentos, à disseminação do pavor a ter dúvida, a ter medo, a ter erros, a ser, enfim, humano. Com isso, vamos nos afastando de nossa essência acolhedora e solidária, tornando-nos fechados aos encontros recíprocos, afinal, o outro pode usar nossas ofertas contra nós.

     

    É preciso que nos conscientizemos de que somos parte de um todo, de que não podemos nos desvincular do coletivo ao caminharmos, ou nos tornaremos cada vez mais egoístas e impossibilitados de encontrar as pessoas certas com quem compartilharemos nossas conquistas e frustrações. Nada tem sentido se confinado tão somente ao eu, pois o que se restringe a si só fica desprovido de alcance, de influência benéfica sobre quem está ao lado.

     

    Temos que ser mais humildes, para que enxerguemos o outro e possamos nos ver com os olhos alheios, pois é assim que nos aprimoramos, é assim que aprendemos, é assim que nos tornamos mais gente, no sentido de conseguirmos mudar o mundo para melhor. Caso nos fechemos na arrogância da falsa autossuficiência, ficaremos parados no mesmo lugar, solitários e com a sensação de que sempre falta algo.

     

    Ser humilde, no entanto, não significa enxergar-se como menos merecedor, menos capaz, menos qualquer coisa que seja, muito pelo contrário: é ter a certeza de todas as suas potencialidade e também do que precisa ser mudado. É valorizar-se sem se vangloriar, é gostar de si mesmo, saber dizer não quando tiver de ser dito e ajudar com prazer quando for necessário. Sempre agindo em favor de si mesmo e dos outros, sem machucar nem ferir ninguém pelo caminho.

     

    Como se vê, é necessário pautarmos as ações pelo olhar além de nós mesmos, mas jamais deixando de nos preservar no que for necessário, pois, caso priorizemos somente o outro, a bondade provavelmente se transformará em servidão, haja vista o encontro com aqueles que não fazem nada mais do que se aproveitar dos outros. A humildade é essencial para que consigamos ser alguém feliz e realizado, que ajuda quem precisa; porém, sempre tomando o cuidado de não nos anularmos por completo, para satisfazer vontades descabidas de gente pequena.


    *Prof. Marcel Camargo

  • Segunda-Feira, 06/08/2018

    Reconstruir é um processo doloroso, muitas vezes tudo tem que ir abaixo, desmoronar

    Já parou para pensar que estamos em constante construção? A nossa vida poderia até ser comparada com a construção de um edifício, muitas vezes precisamos limpar o espaço, seja ele físico ou energético, depois cavar, afundar e ir lá no fundo da dor ou da situação e o que parece ser um longo tempo depois, começamos a construir e nos erguer. Talvez com uma diferença do edi para o nosso crescimento pessoal, guardamos as memórias de todas as experiências vividas antes de nos desconstruir.

     

    Reconstruir é um processo doloroso, muitas vezes tudo tem que ir abaixo, desmoronar e a partir daí todo o processo de reconstruir começa. As vezes a gente até tenta fazer um ‘puxadinho’, demolir uma parte e recomeçar de outra que ‘dá pra aproveitar’, mas a verdade é que em algum momento não dá mais para segurar, em algum momento é preciso ver tudo cair por terra, deixar virar pó e passar por processos lentos de limpeza e reconstrução. Estamos no eterno desconstruir para construir.

     

    Sabe quando tudo tá ruim? Para todo lado que você mexe parece que só sai cobras e largatos e você sente que não é possível? Por que tudo isso está acontecendo justamente com você? Esse é o momento de deixar ir e é o momento em que, geralmente, vemos nossa construção ir por água abaixo, tudo vira poeira, carcaça e sucata. E também é nesse momento que você olha e pensa que é impossível que tudo isso possa ser refeito, não há condições emocionais, psicológicas e nem físicas para conseguir material e suporte para fazer algo novo.

     

    Mas eis que a vida é incrível e a Mão de Deus, que escreve a nossa história, sabe de cada tijolinho colocado e sabe o valor de cada pedrinha e cimento que foi projetado ali, e então Ele nos dá uma chance de construir um edifício muito maior e até mais bonito que aquele que estava aí antes. Ele dá suporte emocional, envia anjos em forma de amigos, coloca dias coloridos no meio de tantas nuvens cinzentas, renova seu animo e claro, espera que você aceite todos os presentes que são enviados. A Mão de Deus escreve, mas a gente precisa estar de coração aberto para receber, porque se estamos fechados, não há intervenção Divina que dê jeito.

     

    Mas é preciso lembrar que estamos nos reconstruindo e dali não podemos descartar todo o passado, que deixou experiências fantásticas, como os sonhos grandes, os pequenos, as alegrias e os aprendizados com algumas derrotas, os relacionamentos que machucaram e ensinaram muito e as relações que foram excelentes e deixaram lindas lembranças para emoldurar e colocar na parede da sala de estar. Sim, algumas coisas precisamos levar, faz parte da nossa bagagem pessoal, faz parte da caminhada e da evolução em que nos encontramos.

     

    A nossa vida é arquitetada por Deus, mas Ele também nos capacita para fazermos escolhas, planejamentos e desde que estejamos entregues à confiança de que tudo está certo e acontecendo como deve ser, a nossa história vai se desenrolando e se entrelaçando para chegar a algum lugar que, desejamos e outros que as vezes nem sonhávamos saber ser melhor que aquele que a nossa imaginação criou. Nós vamos nos fortalecendo e aprendendo a passar por esse caminhar cheio de surpresas. E ainda que nos momentos mais difíceis a gente não consiga pensar em nada que possamos fazer para melhorar toda essa bagunça, experimente apenas pensar: está tudo no lugar que deve ser. É assim que vamos aprendendo a colocar tijolo por tijolo, mesmo sem saber o como fazer, a gente vai (re)construindo um novo edifício.


    *Carol Daimond

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